Espaço de recreação infantil ensina com brincadeiras como se recicla o plástico

Espaço de recreação infantil ensina com brincadeiras como se recicla o plástico


Promover uma experiência sensorial que alie educação, consumo consciente e a importância do descarte correto, reforçando o protagonismo do indivíduo na circularidade do plástico. Esta é a proposta da Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania, em São Paulo, e que acaba de completar um ano.

Desde sua inauguração, o espaço já recebeu mais de 16 mil visitantes que conheceram, na prática, os conceitos e o processo de reciclagem do plástico. O espaço reproduz de forma lúdica e interativa as principais etapas do processo, permitindo que as crianças participem de todo o ciclo.

Brincadeira e conscientização

Instalada no segundo andar do parque, a estação possui 18m2 e realiza cerca de 15 sessões por dia, cada uma com capacidade para receber até seis crianças. Ao entrar no local, os pequenos agentes ambientais recebem um colete de identificação e orientações sobre os conceitos de consumo inteligente, descarte correto e orientações para a separação dos resíduos plásticos.

A partir desta primeira etapa, eles saem pelo parque até os estabelecimentos que possuem o resíduo a ser reciclado. Após a coleta, eles voltam para a Estação e conhecem, na prática, sobre o processo de reciclagem: separação manual dos tipos de resíduos plásticos na esteira, passagem pelo moinho, separação por densidade, secagem, chegada do material na extrusora e, posteriormente, na injetora.

Ao final do ciclo, as crianças entendem como o resíduo plástico é reciclado e pode ser transformado em diferentes objetos, assim como os óculos coloridos, que elas recebem de presente na Estação.

“Nesse primeiro ano de atividade, entendemos que contribuímos para a disseminação de conceitos fundamentais para o nosso presente e futuro pois, ensinar às nossas crianças sobre consumo consciente, descarte correto e conceitos de reciclagem de plásticos, é responsabilidade social e ambiental”, explica Simone Carvalho, coordenadora do Movimento Plástico transforma.
 

Por Ciclo Vivo

Economia Sustentável


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